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BNCC define as novas diretrizes do ensino de inglês no brasil

Sai de cena o típico estruturalismo gramatical; abrem-se as cortinas para os novos protagonistas: a oralidade e a diversidade cultural.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aprovada em 2017, encontra-se em fase de implementação em todas as escolas brasileiras da rede pública e privada. O principal objetivo da BNCC é oferecer ao Ensino Básico um critério claro sobre quais conteúdos, habilidades e competências os alunos devem aprender ao longo de sua trajetória escolar. Após um longo processo de consulta pública, participação de especialistas em educação e discussão social, o documento da BNCC conseguiu incorporar os componentes necessários para garantir aos alunos o acesso a um ensino do século XXI, que prepare a geração atual e as futuras para atuar de forma significativa em um mundo globalizado e cada vez mais dominado pela tecnologia.


Quando o assunto é globalização e avanços tecnológicos em larga escala, o aprendizado da língua inglesa torna-se componente central da plena cidadania global na sociedade contemporânea. A primeira inovação da BNCC no que diz respeito ao aprendizado da língua inglesa é tratar o inglês não apenas como um idioma estrangeiro, mas como uma língua franca. A língua franca é aquela falada por pessoas de diferentes línguas como meio de se comunicarem; uma espécie de idioma em comum global. Nesse aspecto, o inglês deixa de ser apenas o idioma nativo de países com relevância internacional (como Estados Unidos da América e Reino Unido) e passa a ser encarado como uma linguagem universal, que possibilita a comunicação e conexão entre pessoas de diferentes localidades e culturas.




Tomando como base a premissa do inglês como língua franca, a BNCC coloca como fundamentais dois aspectos que até então eram marginalizados no processo de aprendizado da língua inglesa: oralidade (que consiste na prática da fala com pessoas provenientes de diferentes partes do mundo) e diversidade cultural (que contextualiza o aprendizado do idioma fazendo dele o meio principal para conhecer culturas diferentes). No que diz respeito ao primeiro item, a oralidade, é fundamental que os alunos brasileiros estejam mais expostos a situações nas quais terão a oportunidade de comunicar-se com estrangeiros (mesmo que não sejam nativos de língua inglesa), tendo a oportunidade de treinar as práticas de fala e escuta na língua inglesa. O uso da tecnologia é o caminho central para possibilitar essa interação, reduzindo distâncias e tornando essa experiência acessível até mesmo em lugares remotos com alunos de contextos sociais mais vulneráveis. Inúmeras plataformas vêm se adequando a este novo contexto; a EduSim, por exemplo, desenvolveu um bot através do qual alunos brasileiros podem interagir com estrangeiros através de grupos no WhatsApp ou Facebook Messenger, experimentando o que se pode chamar de intercâmbio dentro da sala de aula.


O segundo aspecto, relacionado à troca cultural, também está relacionado ao primeiro. Quando os alunos interagem com uma pessoa proveniente de uma cultura diferente, há a possibilidade de aprender com o novo e também ensinar sobre o seu país. Os alunos são imersos em uma experiência que traz aprendizados para além da prática de um novo idioma, ampliando suas visões de mundo. Como exemplo da integração entre as duas principais componentes abordadas na BNCC para a prática de inglês, a EduSim realiza a experiência de Intercâmbio em Sala de Aula em escolas brasileiras, já tendo atingido mais de 13.000 alunos nos últimos dois anos. Através do “intercâmbio em sala”, os alunos podem aprender sobre novas culturas ao terem a possibilidade de interagir com estrangeiros através das plataformas digitais tais quais as citadas no parágrafo anterior.


Por fim, pode-se dizer que as mudanças do ensino de inglês apontadas pela BNCC permitem uma maior contextualização do aprendizado, aumentando o engajamento dos alunos, a retenção dos conteúdos, além do desenvolvimento das habilidades e competências necessárias para que possam se tornar cidadãos globais.


Para conhecer melhor as soluções da EduSim, que apoiam colégios no ensino do inglês de forma acessível, orientada às competências orais e às trocas culturais, acesse: www.edusim.com.br.

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